Superioridade

“Mãe solteira”: o tabu de namorar depois dos filhos

Contato com mães 60921

Crédito, Mam Issabre. Nós conversamos com quatro mulheres sobre suas jornadas pessoais de maternidade e como elas se sentem ao criar seus filhos sem um parceiro. Fim do Matérias recomendadas. Em junho do ano passado, a França aprovou uma lei que permite que mulheres solteiras e casais de lésbicas recebam tratamentos de fertilidade, anteriormente disponíveis apenas para casais heterossexuais. A lei foi aprovada após dois anos de debate intenso no parlamento e protestos em massa. Crédito, Getty Images.

Aquela certeza que sussurra baixinho dentro de si. Por que ainda é um tabu namorar depois dos filhos? Nem sempre no corpo, mas fica a marca. Sabe cozinhar, limpar, adivinhar se vai chover. Vira a chata e a cansada. Quando essa frase me foi dita, eu vi meu respeito tomar forma. Isso porque transpassa o que foi dito no início. É cansada e sagrada. Para preencher o posto faltante.

Esses dias perguntamos no nosso perfil no Instagram blogjustrealmoms o que nossas seguidoras gostariam de ler aqui no blog. Quando se tem filhos, na maioria das vezes, os pais naturalmente se dividem de acordo com suas próprias personalidades: um acaba sendo mais mole e bonzinho e o outro faz o papel do mais rígido. A psicóloga e escritora Dra. Olga Tessari. É preciso cuidar de si, tem que ter tempo de ir ao cabeleireiro, ler um livro, sair, copular novas pessoas, se relacionar e mesmo assistir novela. Os filhos têm que ser criados para ter independência e o filho mais velho nunca deve ser tratado como o pai dos menores, caso a mulher tenha restante crianças em casa. Aprenda a viver sozinha.

Padecer no paraíso em dobro? Mas exatamente hoje penso como deve ser restante leve essa jornada para quem tem alguém ao lado no dia a dia. Na antiga escolinha da minha filha, para mim, no começo, idade difícil falar, por exemplo, para os pais dos amiguinhos dela que eu era sozinha. E nem era por culpa deles. Ninguém nunca me julgou. Esse eco da família ideal inconscientemente me acompanhou na vida adulta.

É universal ouvirmos que o professor deve copular seu aprendiz. Pareceu-nos no nosso estudo que o docente necessita conhecer-se a si próprio, conceber suas dificuldades, reconhecer suas lutas para conseguir estabelecer um tabuleiro a partir do qual possa precogitar seu freqüente desenvolvimento. Mas nos sentíamos sempre incapazes de encontrar soluções. Buscando raízes, fomos relembrar nossa tradição de viver. Conseguimos que restante uma colega colaborasse conosco e fizesse o próprio. Sentimos receio e vontade de desistir. Precisaremos ser professores com metodologias cheias de humanidade. Entende-se por viver cotidiana as obrigações com os prole, homem e compromisso domésticos. Os relatos constantes neste trabalho foram colhidos por método de entrevista.

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